|Teaser| Minhocas
Aproveitando a oportunidade, pra quem ainda não viu:
Muito bom, galera!
Parabéns!
Aproveitando a oportunidade, pra quem ainda não viu:
Muito bom, galera!
Parabéns!
Todo feito com Photoshop, Premiere, Maya e After FX, esse ano o curta vai virar longa-metragem!
Além de toda a cara que só o Tim Burton sabe dar, com Coheed and Cambria* na trilha certamente não desapontará. Pamela Pettler, roteirista de “A Noiva-Cadáver” também fará parte. Peso, heim?
Clique na imagem para ver o trailer! Para ver o curta na íntegra, aqui ó.
* Coheed and Cambria – Welcome Home
por: Ana Flávia Maestri
Estou ansiosa!
por: Ana Flávia Maestri
Designer e ilustrador da Cidade do México, “gosta de qualquer coisa que pareça bom com as cores certas“. Com mais de 10 anos de experiência em direção de arte, já trabalhou em diversas agências e atualmente trabalha de forma independente com ilustração, animação e direção, nos Estados Unidos. 
Seu trabalho já foi reconhecido por diversas instituições de arte, como Juxtapoz, Create, Drawn!, The Little Chimp Society, Computer Arts, Communication Arts.

Pra quem quiser conferir um pouco mais do trabalho dele: flickr e blog. Ele tem também uma loja virtual.
Assim que rolar uma graninha vou investir, o trabalho dele vale a pena.
Achei muito legal também, ele disponibilizar trabalhos antigos. Dá até pra ir observando uma evolução e tudo mais. Veja aqui ó.
O cara é bom.
- por: afm
Pra quem ainda não viu, a última campanha da Starbucks, sobre alguns dias de ação voluntária. Foi do dia 21 ao dia 25 de janeiro, e a meta era alcançar 1 milhão de horas doadas (cada voluntário doava 5h). Com MC Yogi e a “Grassroots Movement”.
Achei bem queridinha, vamos ver até quando vai durar essa euforia do do-the-best-u-can por lá.
- por: afm
Você chega atrasado à sala de exibição. Na tela grande, está sendo projetado o último trailer. Você aproveita a luz clara de algumas cenas para tentar encontrar uma poltrona vazia, equilibrando nas mãos a pipoca e o refrigerante, tomando todo cuidado pra não tropeçar nos degraus.
Quando finalmente senta, lembra-se de desligar o celular, as senhoras na fileira de trás ainda conversam sobre o pobre do cachorro do vizinho que ficou perneta. Seus pensamentos palpitam, a excitação do shopping lotado lá fora ainda não te abandonou.
Entra então a seqüência de abertura, os nomes dos atores principais dançando na tela, a trilha sonora dando o compasso… ela é a vigília que antecede o sonho coletivo que é o filme projetado na tela, proporcionado pela ilusão do cinema.
A abertura, se causa boa impressão, já lhe serve de ponte para história que segue. O que falar da animação que abre A pantera cor de rosa (1963)? A música (agora um clássico) de Henry Mancini, a personagem em desenho que traduz a alma do inspetor Clouseau, imortalizado por Peter Sellers… Melhor do que falar qualquer coisa é revê-la:
O uso dos créditos de abertura de maneira criativa, substituindo a exibição clássica dos créditos sobre fundo preto ou como plano de fundo da seqüência também vem sendo utilizados com bastante freqüência (aproveite pra usar o trema enquanto é tempo :/). Um belo exemplo é a abertura de Durval Discos (2002) que apresenta os realizadores através de um tour pela vizinhança, até chegar na saudosa loja que dá nome ao filme:
Se você gostou dessas aberturas e gostaria de ver ou rever outras, a Smashing Magazine escolheu 30 seqüências de aberturas inesquecíveis e o The Art of the Title é um site especializado nisso. Vale a pena conferir!
- por dn.