Estava eu na madrugada de ontem com a famosa insônia. Oras, nada mal pra quem queria dar uma lida nas assinaturas de blogs e revistas virtuais, que pela falta de tempo estava bem desatualizada. Um dos blogs que costumo acompanhar é o chmkt.blogspot.com: marketing, cultura, propaganda, tendências e comportamento. Li o post sobre a “força da música na propaganda”, com vídeos e tudo mais, onde ele fala sobre trilha sonora nos comerciais, muito interessante. Recomendo a leitura, aqui.
Lendo mais um pouco, outro post deles são dicas de sites onde você pode encontrar “faixas boas, diferente e baratas para incluir nos seus trabalhos”
Vou reproduzí-lo aqui pois certamente será muito útil pra muita gente.
Rumblefish- licenças para televisão, cinema, propaganda, websites, videos, games, podcasts e branding sonoro.
Pra quem ainda não viu, a última campanha da Starbucks, sobre alguns dias de ação voluntária. Foi do dia 21 ao dia 25 de janeiro, e a meta era alcançar 1 milhão de horas doadas (cada voluntário doava 5h). Com MC Yogi e a “Grassroots Movement”.
Achei bem queridinha, vamos ver até quando vai durar essa euforia do do-the-best-u-can por lá.
Depois de escrever sobre a Heineken, me autoimpus ( como diabos se escreve isso?) o desafio de encontrar e manter um padrão de qualidade ao falar sobre cervejas. Após um longo período sem postar, resolvi falar sobre a Guinness. Nada mais justo, right? Obviamente, a demora para criar um post novo não se deu por alguma dúvida na escolha da homenageada, mas sim pelo livin’ lavidaloca que as férias nos proporcioam de vez em quando.
Esse ano, a superdélice Irlandesa completa lendários 250 anos de tradição, qualidade, dedicação e inspiração. Fundada em 1759 por Arthur Guinness, possui um consumo de aproximadamente 10 milhões de pints diários, uma produção de 2,7 bilhões/litros e tem como principais produtos a Guinness Draught, Guinness Draught Extra Cold e Guinness Extra Smooth. Adotou a Harpa Irlandesa( Harpa O’Neill, também conhecida como Harpa de Brian Boru) como símbolo em 1862, e registrada em 1876, já era parte importante dos prazeres irlandeses.
Com a sensibilidade de se preocupar com o gosto e o local de seus apreciadores, diferentes variações da cerveja são vendidas. A Guinness Draught ( 1958 ) – cerveja preta/escura – foi introduzida na Inglaterra e lançada na Irlanda somente dois anos depois, quando se tornou a cerveja mais consumida do Reino Unido, sendo a PRIMEIRA CERVEJA NITROGENADA DO MUNDO. Representa 55% das vendas da cervejaria. A Guinness Draught Extra Cold( 1998 ) é feita para ser bebida em temperaturas mais geladas que as outras e foi lançada com a campanha “Good Things Come To Those Who Wait” (Coisas boas vem para quem espera). A Guinness Extra Smooth ( 2003 ), tipo stout, mais fraca e cremosa, foi lançada primeiramente em Gana e é voltada para o mercado africano.
As versões em lata da G. Draught, lançadas em 1988, possuem uma cápsula propulsora de nitrogênio, que libera o gás quando o lacre é rompido e o mistura ao líquido no momento que ele é derramado em outro recipiente. É por isso que não devemos consumir a Guinness na lata ( que pode ser encontrada em mais de 70 países).Em 1999 apareceu nos mercados em uma versão long neck e para que não houvesse nenhuma perda de sabor, o widget – reservatório de nitrogênio – foi desenvolvido para liberar o gás aos poucos. Deixando a espuma cremosa (como deve ser), em mais uma opção de consumo. Desenvolveu também o sistema de chope em lata, alcançando tecnologia jamais vista no mercado cervejeiro.
Ano retrasado foi lançada a Guinness Red, pra ser consumida no verão, mais leve, clara, suave e adocicada. Infelizmente, só foi lançada na Inglaterra, e a empresa investiu US$ 6mi no desenvolvimento.
Dentre as tantas histórias e curiosidades que os dois séculos proporcionam a cerveja, uma delas é a origem do GuinnessBook of RecordsWorld Records. O diretor administrativo da cervejaria, participou de uma caçada e acabou envolvendo-se numa discussão: qual seria a ave de caça mais veloz da Europa – a tarambola ou o galo-selvagem? Foi assim que ele percebeu que talvez um livro que fornecesse respostas para este tipo de pergunta fizesse sucesso. Mais um ponto a favor!
Por mais incrível que pareça, há 250 anos atrás a família Guinness alugou o galpão e os terrenos por 120 libras, de uma família que não acreditava que a cervejaria fosse um dia reconhecida. Hoje, os donos dos galpões/terreno recebem míseras 120 libras/mês, a cerveja faz um baita sucesso e a família vai ter que esperar mais uns bons anos até rever valores, pois o contrato de arrendamento foi feito para mil anos! A marca tem um museu em um dos galpões da sede (Dublin/Irlanda), onde o contrato pode ser visto. O famoso “se arrependimento matasse…”
Na Europa, algumas datas comemorativas são sinônimos de Guinness e fazem parte das tradições da marca, como o St. Patrick’s Day. O famoso trevo verde é símbolo da Irlanda, sendo costume também desenhá-lo na espuma do chope Guinness. Somente no Dia de São Patrício (St. Patrick’s Day), comemorado em 17 de março no mundo inteiro, são consumidos 13 milhões de pints.
Campanhas
Desde a primeira campanha publicitária em 1929,“Guinness is good for you” e seus tucanos, passando, dentre outras, por “Lovely Day for a guinness“, “My Goodness, My Guinness!” em 1931, “The Pure Genius” lançada em 1985, “Not everything in black and white makes sense“, “Good things come for those who wait“, e, atualmente”It’s alive inside“, as campanhas publicitárias da cerveja além de terem transformado a marca em um ícone mundial, podem ser consideradas objetos de desejo de ínumeros publicitários e muito merecidamente ganharam vários prêmios ao longo dos anos. Pra ver todas as campanhas, clique aqui.
Criativas e ousadas, na bagagem das ações de marketing está a genial idéia de comemorar os 200 anos da empresa: 50.000 garrafas comemorativas foram jogadas em diversos pontos do Oceano Atlântico. Dentro das garrafas havia um rótulo dourado comemorativo, um livreto contando a história da cerveja, instruções de como transformar a garrafa em uma luminária e um vale para trocar por uma caixa de Guinness além de informações sobre o navio que lançou a garrafa.Batizadas de garrafas-gota, as embalagens não eram rotuladas. Em alto relevo havia a inscrição: “1759-1959. Garrafa-gota especial (Oceano Atlântico) para celebrar e comemorar o bicentenário da Guinness”A ação durou seis semanas, envolveu 38 embarcações e a empresa garante que ainda há vasilhames à deriva. (Há! Ainda tenho esperanças!)
A empresa também promete que para comemorar os 250 anos, uma nova grande ação será lançada. Teremos que aguardar a surpresa, ansiosos.
Uma dos últimos comerciais que chamaram a atenção, é o do freezer magnético:
E não dá pra deixar de fora, aquela que frequentemente pode ser visto nos “vídeos” de alguns de nossos amigos pelo orkut:
voltei da praia. depois de um certo tempo longe do mundo virtual, dá preguiça de super escrever e ler e blá. preguiça de apertar o caps. enquanto não volto a funcionar, aproveito pra postar um comercial em que a heineken mandou muito bem!
pra que tanto sapato?
o motivo do estusiasmo masculino é muito mais atrativo.